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www.bahiarock.com.br - 05.05.2003
Por Lucas Rocha
Finalmente este é o primeiro trabalho oficial da Plexus, que antes apenas havia lançado um Cd-demo com cinco músicas. Com nova formação desde este lançamento, agora com Marcelo Martins tocando guitarra e fazendo os vocais, além de Ricardo Sobrinho no baixo e Iassa na bateria, a banda parece ter alcançado seu objetivo com este álbum. Músicas poderosas, produção de qualidade inegável e material gráfico muito bem feito nos revela muito profissionalismo e seriedade. A banda está mais entrosada do que nunca, tendo assimilado perfeitamente a ida de Marcelo Martins para os vocais, o que deu uma sonoridade bem melhor a banda, que, também, tem Iassa tocando com extrema precisão e totalmente sintonizado com o baixo muito bem tocado de Ricardo Sobrinho. De início, um excelente destaque do disco: Natural Born Leaders, que mostra pegada e peso. Logo após, vem Second Earth que, com certeza, é a típica música de Vídeo Clipe, com início no baixo e refrão marcante! Boa música! Outros destaques ficam para as pesadas Written Rules e Once in a Heart; a excelente instrumental Ronin e para grande Heartbreaker. Um excelente disco de Heavy Metal, pois é a única classificação que cabe a este trabalho. Além de ser música de qualidade e acessível a qualquer ouvido carente por boas canções! Parabéns para Plexus pelo excelente trabalho, profissionalismo e amor à música. Uma demonstração de como se faz um produto com visão, qualidade e, antes de tudo, amor. Que venha o sucesso!
www.reidjou.com - 03.05.2003
David Giassi
Neste trabalho, a Plexus fica sem o vocalista Gabriel Melo e o guitarrista Ricardo de Abreu. A primeira coisa a se imaginar "Será que a música da banda sofreu alguma perda?". Contando agora com Marcelo Martins no vocal e ainda na guitarra, o experiente Iassa na bateria e o baixista Ricardo Sobrinho, a Plexus conseguiu fazer com que seu som fique mais coeso, com mais influências de Thrash Metal. O vocal de Marcelo é mais rasgado que o do seu antecessor, com resultados excelentes e combinando com os riffs de guitarra e solos ocasionais. Aliás, os solos são um caso à parte, enquanto em outras bands de metal, as demonstrações de guitarra são apenas para o guitarrista exibir o que aprendeu, na Plexus os mesmos se encaixam com perfeição e sem sobrepujar os outros instrumentos. A variação rítmica da bateria e o contrabaixo bem marcado são o complemento ideal do som da banda. Fica patente também a notável qualidade gráfica do cd (é inacreditável que nenhuma gravadora ainda não tenha contratado esta banda!) e a produção do cd com alguns efeitos no vocal. O som da banda está exatamente na fronteira entre o Heavy e o Thrash, absorvendo as melhores características de bandas como Iron Maiden e outras da Bay Area anos 80(guitarras pesadas, bons refrões). As músicas são todas muito boas, fica até difícil destacar alguma. "Natural Born Leaders" (que abre o cd, com um ótimo refrão), "Not A Chance
(a mais melódica do cd), "Once In a heart" (bem pesada e ao mesmo tempo com passagens lentas!!) são algumas das empolgantes músicas.
www.rockinbahia.com.br - 21.04.2003
Por Marcelo Vinicius
Nota: 8,0
É muito bom ver que as bandas nacionais e principalmente as baianas vêm adquirindo profissionalismo e começam a investir seriamente em seus trabalhos. Esse é o caso da banda Plexus que produz um ótimo som na linha Heavy Metal, a banda já vinha investindo bem desde o seu lançamento do EP Departure, mas quem conhece a banda vai se surpreender com o seu mais novo trabalho, pois o Debute da Plexus está apresentando um trabalho irrepreensível, o ponto musical em si está mais pesado, riffs bem executados, solos com qualidade e na apresentação gráfica está bastante simples, mas interessante. Destaco a música intitulada “Natural Born Leaders” que abre o álbum e que traz fortes e criativos arranjos, o som está bastante pesado, bem feito e com uma melodia exemplar. Peço também atenção para música “Not A Chance” que possui em sua introdução um som mais balado, mas é só característica da introdução e a música “Once In A Heart” voltando a expressar o peso da banda. Ideal para quem gosta de um metal de qualidade. Selos: eis uma banda de grande negócio.
bahiarock - julho.2002
A atitude que mais cresce, hoje, na cena metal brasileira é de bandas que acreditam no seu trabalho e se lançam no mercado, mesmo que independentes, e, o que é melhor, bandas de muita qualidade. Este é o caso da Plexus, que pratica um Metal Tradicional, com muita melodia de muito bom gosto e extrema polidez. A Plexus surgiu das cinzas da Steel Maiden, banda cover do Maiden, que, obviamente, é a maior e mais latente influência da banda. Departure pode ser considerado um Debut, mesmo que em formato de Ep, com apenas 5 e excelentes músicas. Com uma cozinha fenomenal, que com Iassa Lima (bateria) e Ricardo Sobrinho (baixo), Guitarras inspiradíssimas de Marcelo Martins e Ricardo de Abreu, além de Gabriel Melo, dono de um excelente vocal; Departure faz da Plexus uma nova e promissora banda do Metal Nacional. Destaque para a rápida Wings of Fire, para as cadenciadas e melódicas Time For Resistence e One Step Into Infinity, e, para "paulada" faixa título, que é a melhor do disco. Em suma, duetos maravilhosos, vocal potente e melódico, cozinha pegadora, e, realmente uma banda que demonstra pelo profissionalismo, qualidade e cuidado com seu material de divulgação, no qual o Ep é em formato Digipack, e, principalmente, pela música que já começa a traçar seu espaço no metal nacional
whiplash - abril.2002
Por Andre Toral
Nota: 8
Formado por Ricardo Sobrinho (baixista), Marcelo Martins (guitarrista), Iassa Lima (baterista), Ricardo de Abreu (guitarrista) e Gabriel Melo (vocalista), o Plexus é uma banda advinda de Salvador (BA). O estilo praticado é o heavy, ora tradicional, ora melódico. Vejam só. “Wings of Fire” tem um ótimo começo, com um heavy a lá Iron Maiden, incluindo refrão excelente e bom instrumental. “Time for Resistance” consiste em heavy metal cadenciado com batida variada e riffs de guitarra excelentes. O destaque é do vocal, mesclando melodia e agressividade na tonalidade certa. “One Step Into Infinity” inicia-se como balada, mas transforma num heavy galopante e rápido, sendo que o refrão é típico do Iron Maiden, que parece ser uma grande influência do Plexus. Destaque para a ótima linha de guitarras melódicas! “Sand and Pride” é ótima! Rápida no início e depois passa para um ritmo de heavy tradicional, destacando a atuação da bateria. Ótima aula de como se fazer metal sem copiar os melódicos da vida. E por fim, temos “Departure”, sendo uma boa composição que não se afasta do que foi dito em todas as demais canções, possuindo momentos viciosos da mesma batida de bateria que utilizam, por exemplo, Stratovarius e adjacências. A produção não é ruim, mas também não é algo de outro mundo; podemos dizer que não compromete uma boa audição. De qualquer forma, vale a pena conhecer o Plexus.
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